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As palavras que o vento não levou

do mundo .

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A vida rasga pedaços do tempo. Desaparece no olhar de quem nos viu crescer. Na alquimia de uma utopia, que de tão nossa se dissipa nas ondas de um mar quase tão perfeito quanto imperfeito. Metáforas que construimos com o fogo dos nossos dias. Um lume intenso e efémero. Acende-se em cada trilho e reflete em cada pegada. Para que se reacenda nas horas de incerteza e se transforme no impulso da razão. Para que nos desencontros do indefinido o aroma seja concreto. Que não nos falte nada pelo simples facto de respirarmos. Que assim sejamos. Sempre. 

 

 

A caneta que escreve a história de cada um,...

com margem para errar,

sem espaço para apagar.

                                                                                                                         

 

                                                                                                                            Sou do mundo, se for dona de mim.

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