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As palavras que o vento não levou

na partida, o regresso .

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Hoje, eu não me conheço. Não sei do que te quero dizer, nem tão pouco do que é suposto escrever-te. Não sei se te diga do aperto que sinto em cada adeus, se da ânsia por te ver chegar. Sei que te quero longe, para que te possa sentir perto. Quero-te olhar e ver mais do que apenas a ti. Quero ver-me a mim, ao contemplar-te. E se isso não bastasse, quero amar-te no preciso momento em que me idolatras. Quero dizer-te o que não sei. Quero ter-te. Intensificar-te em cada regresso, para que em cada partida, fiquem as cordas que nos unem. As fechaduras lá de casa, que não se trancam, sem que entres por essas portas que tão nossas são. Entre os segredos e as promessas. Os olhares e os abraços. As traquinices e os aconchegos. Eu só quero o beijo despenteado. O cabelo amaciado. O tempo todo do infinito. Só para nós. 

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