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As palavras que o vento não levou

a rapariga no comboio .

arapariganocomboio.jpg

 

 «A Rapariga no Comboio é o mais envolvente romance com um narrador inconfiável...»

                                                                           

                                                                        New York Times

 

    Confesso que desde que ouvi falar deste livro fiquei curiosa. Com imensa vontade de o ler. O próprio título chamou-me à atenção, por ser diferente. Por não indicar a típica história de amor em que a princesa encontra o seu príncipe encantado, que chega no cavalo branco e são felizes para sempre. Cativou-me, e como tal não descansei enquanto não o comprei.

   Além disso, a capa... A própria capa faz-nos viajar. De comboio, como o título indica. O ligeiro desfocado da imagem com a sombra que acompanha o título. Na minha opinião, adequa-se perfeitamente ao título.

 

   Iniciei então a minha aventura por este livro. Já tinha ouvido falar dele. Já tinha lido críticas noutros blogs. Então, deixa-me ler e formar a minha opinião.

   Apanhei o primeiro comboio. Sentei-me na primeira carruagem e deixei-me levar ao sabor de cada palavra. O início não é o mais cativante, mas também porque temos o tempo para nos adaptarmos às personagens, criarmos a nossa imagem delas. Eis que depois, já na terceira carruagem tudo começa a ganhar o seu sentido. Começa a criar o seu suspanse. 

   Chega a um ponto, que parar se torna impossível. O simples mudar de capítulo nos inquieta e cria-nos 1001 finais.

 

   Eu, pessoalmente, adoro livros que sejam imprevisíveis. Daqueles que tudo parece culpado e quando chega ao fim, aquele com ar de inocente é o culpado. Este livro foi um bocadinho assim.

Inesperado. Imprevisível.

Olhem, eu cá gostei muito.

Já alguém o leu? Gostaram?

 

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